quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Janeiro ... O mês de tudo ou nada

O mês de Janeiro é um mês de promessas, desafios de escrever metas para um novo ano, de enfrentar um novo ciclo bom ou mau.
O mês de Janeiro é um mês cinzento, por sinal triste... Há que ter coragem e força para mudar esses dias de chuva de vento e fazer um arco-íris nem que seja só nosso...

O ano 2015 não foi um ano fácil, sei que devemos pensar que há sempre coisas piores, mas a verdade é que por aqui foi um ano muito mas muito difícil.

Acreditem ou não entramos em 2016 e parece que ainda estávamos em 2015 tal era  o cansaço que traziamos...Este ano não usamos roupa de cor especial, nem nova, não comemos as passas, nem nos colocamos em cima da cadeira com a nota na mão, os pés estavam direitos mas por mero acaso da posição em que nos encontrávamos, este ano decidimos assim tudo diferente pode ser que seja desta que o ano corra bem bem melhor!

Sim desculpem esqueci-me de referir que apesar das pequenas coisas menos boas estamos todos bem de saúde e nós agradecemos muito isso, bem como outras situações que vamos tendo ao longo da vida.

Afastei-me do blog em 2015 por muitos post que escrevi a dizer que estava de regresso não deu, eu tentei acreditem, mas nem 10 minutos havia por dia quanto mais 1 hora para dedicar aos textos que gosto tanto de escrever.

Apesar de Janeiro ser este mês assim, para nós não deixa de ser um mês importante pois fazem anos duas pessoas muito especiais das nossas vidas: A minha querida Avó e o meu querido Sogro.

A minha querida avó faz 92 anos estou com ela sem nunca a largar a 33 anos desde que nasci, é uma pessoa muito especial na minha vida, sempre tive uns avós excelentes os Maternos só conheci a minha querida e bela avó Zulmira, os paternos tive o privilégio de desde que nasci conviver com os dois, o meu avô António já partiu há muitos anos (uma doença Prolongada) assim o quis, a minha avó apesar das mazelas da idade continua junto a nós com a sua boa disposição e energia!

Gostava que assim fosse por muitos e muitos anos mas sei que um dia vou acordar e ela não vai cá estar, sinto um nó na garganta só de escrever esta frase, mas eu sei que é a lei da vida, mas não consigo habituar-me a esta ideia, nesse dia o meu chão vai cair, a minha vida vai ficar incompleta, porque ela é mais que uma avó.

O próximo post é para ti porque para mim é mais fácil escrever do que falar sem que a lágrima caia do meu olho.

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